Mulheres com SOP têm mais chances de engravidar quando se exercitam e perdem peso

Matéria publicada recentemente na agência Reuters-UK divulgou um estudo norte-americano em que 150 mulheres com Síndrome do Ovário Policístico (SOP) foram avaliadas. Aquelas que praticavam exercícios regularmente apresentaram maior taxa de gravidez quando comparadas às sedentárias. Sabe-se que essa síndrome pode resultar em ciclos menstruais irregulares, ganho de peso e infertilidade. De acordo com o autor do estudo, Richard Legro, da Faculdade de Medicina da Pensilvânia, os resultados sugerem que exercícios e perda de peso são mais efetivos ainda do que apenas regular a ovulação fazendo uso de pílulas anticoncepcionais antes de tentar engravidar. De acordo com Assumpto Iaconelli Junior, diretor do Fertility Medical Group – Unidade São Paulo, a SOP atinge entre 5% e 10% das mulheres em idade reprodutiva, sendo a irregularidade do ciclo menstrual e a anovulação crônica típicas dessas pacientes. “Por isso mesmo, além de combater o sedentarismo e perder peso através de uma dieta saudável e balanceada, recomendamos a indução de ovulação e aplicação de técnicas de baixa complexidade para quem quer engravidar. A fertilização in vitro é indicada tão somente nos casos em que esses recursos falharam”. Saiba mais sobre “infertilidade” clicando aqui:

http://fertility.com.br/infertilidade/

Ter gêmeos não deve ser prioridade do casal

Cada vez mais as pessoas se sentem cobradas para ‘render mais’, fazer mais em menor tempo e com menor custo. O problema é quando esse tipo de pré-requisito chega ao consultório do especialista em Medicina Reprodutiva. De acordo com Suely Resende, diretora do Fertility Medical Group – Unidade Campo Grande, cada vez mais casais manifestam o desejo de ter gêmeos. Há quem alegue que foram tantos anos de tentativas sem sucesso, que agora querem ter logo dois ou três de uma vez. Já outros dizem claramente que querem economizar barriga e tempo. Desconhecem o risco de terem gêmeos.  De acordo com a especialista, quando a gestante espera gêmeos há maior risco de ficar anêmica, ter diabetes gestacional e pré-eclâmpsia. Além disso, podem ocorrer vômitos exacerbados no período da gestação, impossibilitando a gestante de levar uma vida normal. Na contramão, algumas pacientes bem-informadas já solicitam a transferência de apenas um embrião para não correr risco de ter gêmeos. Mas ainda são muito poucas.

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Obesidade x Cirurgia Bariátrica. Qual delas compromete mais a fertilidade masculina?

Estudo realizado na Universidade de Oxford comprovou que, ao mesmo tempo que a cirurgia bariátrica faz a pessoa se livrar da obesidade, por outro lado pode reduzir drasticamente a absorção de nutrientes, afetando todo o corpo com o passar do tempo. Embora as terapias nutricionais e os medicamentos possam aliviar algumas das dificuldades de curto prazo, os efeitos sobre o sistema reprodutivo masculino persistem após a operação. De acordo com o Dr. Edson Borges Junior, diretor científico do Fertility Medical Group, o paciente tem de ser esclarecido sobre os riscos da cirurgia, inclusive sobre o risco de infertilidade secundária. Por outro lado, a obesidade tem um impacto bastante negativo na fertilidade masculina, comprometendo a qualidade do espermatozoide e o potencial reprodutivo dos homens. O médico, que participou de um estudo sobre o tema publicado na revista Human Reproduction Update, explicou que o sobrepeso e a obesidade estão associados a muitos casos de oligozoospermia, que significa baixa contagem de espermatozoides, e de azoospermia, que é a inexistência de espermatozoides no sêmen. Fazendo uma comparação com homens com IMC dentro da normalidade (20,7 a 26,4), a incidência desses problemas é 11% maior em quem tem sobrepeso, 28% maior em obesos e 100% maior em obesos mórbidos. Por isso é tão importante controlar o peso para melhorar os parâmetros seminais. Vale ressaltar que homens abaixo do peso ideal também apresentam 15% mais problemas relacionados à oligozoospermia e à azoospermia.

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http://fertility.com.br/apos-cirurgia-bariatrica-homens-podem-ter-infertilidade-secundaria/

 

É simples engravidar depois dos 40 anos?

A fertilização in vitro consiste basicamente na fecundação do óvulo em laboratório que irá formar o embrião. As chances desse método são maiores do que as naturais porque permite a extração de 1 a 3 óvulos do organismo da mulher antes da inseminação. No método natural, a mulher libera apenas um óvulo por mês.

A mulher nasce com uma população de folículos, espécie de bolsas onde ficam os óvulos. A cada ciclo menstrual, alguns folículos são recrutados. Um deles se desenvolve e cresce até a ovulação e é descartado durante a menstruação. Isso acontece todos os meses ao longo da vida fértil da mulher. Após os 30 anos de idade, para se ter uma ideia, mais da metade dos óvulos já foram liberados no ciclo menstrual. “Tanto a quantidade como a qualidade dos óvulos caem exponencialmente”, afirma o médico Edson Borges, diretor clínico do Centro de Fertilização Assistida Fertility, em São Paulo. E isso vale tanto para o método natural quanto para o artificial.

As mulheres de 40 anos devem ainda considerar uma outra questão: o envelhecimento natural do organismo aumenta os riscos de alterações cromossômicas, responsáveis por síndromes genéticas, como o Down. “Em pacientes de 30 anos, o risco do bebê nascer com a síndrome é de 1 a cada 900. Aos 40 anos, esse risco é de 1 a cada 100.”, diz Borges.

Por isso, se os médicos pudessem eleger uma idade ideal para as mulheres engravidarem seria entre 25 e 30 anos. O dilema é que nessa faixa etária muitas mulheres estão comprometidas com estudo, carreira ou outras prioridades e acabam postergando a gravidez. Diante desse cenário, uma saída apontada pelos especialistas é o congelamento de óvulos (que também deveria ser feito até por volta dos 30 anos, diga-se de passagem). Os óvulos mantêm as características da idade em que foram conservados.

LEIA MATÉRIA COMPLETA PUBLICADA NA “VEJA SÃO PAULO”

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/apesar-de-todas-as-informacoes-disponiveis-muitas-mulheres-ainda

Cada vez mais mulheres podem escolher quando ter um bebê

Matéria publicada no jornal britânico The Guardian afirma que o acesso às técnicas de fertilização in vitro têm permitido cada vez mais às mulheres se concentrar na carreira, com a certeza de que vão poder ter filhos mais tarde, quando julgarem que o momento é apropriado. Economistas que conduziram estudo nesse sentido, inclusive, estão comparando a popularização das técnicas de fertilização assistida ao impacto causado pelos contraceptivos no controle de natalidade. “A partir de agora, as mulheres podem ter mais calma para encontrar a pessoa certa para se relacionar, se formar na faculdade e conquistar outras especializações em sua vida profissional sem a pressão do relógio biológico”. Em Israel, 4% dos bebês nascem através da FIV, contra 1% nos Estados Unidos.

No Brasil, uma nova técnica – em teste – conduzida pelo Fertility Medical Group aumenta consideravelmente as chances de o tratamento de fertilização assistida dar certo logo de início. “Cada embrião costuma ser mantido, por alguns dias, numa gota de cultivo para crescer e fazer trocas metabólicas. Com a coleta de uma mínima quantidade desse líquido podemos analisar sua viabilidade e, consequentemente, suas chances de se fixar na parede do útero e dar início à gestação. Com esse método, temos conseguido aumentar de 20% para 70% ou 80% as chances de sucesso do tratamento”, diz o Dr. Edson Borges Junior, diretor científico do grupo. Na opinião do especialista, a partir do momento em que for possível diminuir o tempo que geralmente leva para um casal engravidar por técnicas de fertilização assistida, estará resolvido um dos grandes problemas que enfrentam esses casais: o estresse, a ansiedade e a sensação de frustração combinada com a expectativa de que as coisas deem certo. “Isso é muito gratificante e é nesse sentido que buscamos aprimorar nossas técnicas”, diz Borges.

http://www.theguardian.com/society/2015/aug/22/ivf-allows-women-delay-babies-pursue-careers

 

 

Estresse é altamente prejudicial para quem está tentando ter um bebê

“Os hormônios do estresse, incluindo cortisol, ACTH (adrenocorticotrófico), noradrenalina e adrenalina são liberados na corrente sanguínea como uma defesa, forçando o corpo a lutar pela sobrevivência. Nessas circunstâncias, só as funções vitais têm prioridade. Quando esse quadro se repete com muita frequência, acaba interferindo bastante no equilíbrio hormonal como um todo e nos padrões de ovulação”, diz o Dr. Assumpto Iaconelli Junior, do Fertility Medical Group.  Depois de um ano de tentativas sem sucesso, é fundamental buscar ajuda especializada. Mas controlar o estresse é algo que o casal já pode tentar fazer desde já. Alguns sentem-se melhor praticando esportes, outros se dedicam aos hobbies e outros ainda buscam atividades especialmente elaboradas para proporcionar mais equilíbrio emocional – é o caso da acupuntura, da ioga, e das massagens terapêuticas. Estudo divulgado no British Medical Journal revelou que mulheres submetidas a tratamentos de fertilização in vitro aumentaram as chances de concepção em 65% ao recorrer à acupuntura também como técnica de relaxamento. Pense nisto!

 

 

Quem trabalha mais de oito horas por dia aumenta em 20% o tempo para engravidar, diz estudo

Quando um casal resolve engravidar, o tempo de tentativas até atingir o objetivo costuma girar em torno de três meses, mas depende muito de fatores como estilo de vida, idade e condição da saúde geral. Por isso, é comum que alguns casais levem até um ano para conseguir engravidar. Para cerca de 10% a 15% de casais que não engravidam dentro desse espaço de tempo, o ideal é buscar ajuda especializada. Mas fique atenta! Estudo realizado na Universidade de Harvard (Estados Unidos) revelou que trabalhar mais de 40 horas por semana pode aumentar em 20% o tempo que a mulher leva até ficar grávida – comparando com quem trabalha entre 21 e 40. LEIA MATÉRIA COMPLETA EM

http://fertility.com.br/mulheres-que-enfrentam-longa-jornada-de-trabalho-tem-mais-dificuldade-para-engravidar/

Jornal britânico diz que congelar óvulos aos 30 é como fazer ‘apólice de seguros’

Muitas mulheres podem estar adiando demais para ter filhos. Seja porque ainda não estão em um relacionamento sério, ou porque estão em ascensão na carreira ou, ainda, porque estão batalhando para atingir estabilidade emocional e financeira. O problema é que o relógio biológico não dá um tempo até que as coisas melhorem. Sendo assim, especialistas dizem que é importante fazer um check-up da fertilidade aos 25 anos e aos 30, se ainda não for a melhor hora para engravidar, considerar congelar óvulos como se fossem uma “apólice de seguro”. Matéria publicada no jornal britânico Daily Mail traz um checklist. Confira. http://www.dailymail.co.uk/health/article-3200773/All-women-fertility-checks-25-30-year-olds-freeze-eggs-Leading-expert-reveals-checklist-couple-read.html