Estresse é altamente prejudicial para quem está tentando ter um bebê

“Os hormônios do estresse, incluindo cortisol, ACTH (adrenocorticotrófico), noradrenalina e adrenalina são liberados na corrente sanguínea como uma defesa, forçando o corpo a lutar pela sobrevivência. Nessas circunstâncias, só as funções vitais têm prioridade. Quando esse quadro se repete com muita frequência, acaba interferindo bastante no equilíbrio hormonal como um todo e nos padrões de ovulação”, diz o Dr. Assumpto Iaconelli Junior, do Fertility Medical Group.  Depois de um ano de tentativas sem sucesso, é fundamental buscar ajuda especializada. Mas controlar o estresse é algo que o casal já pode tentar fazer desde já. Alguns sentem-se melhor praticando esportes, outros se dedicam aos hobbies e outros ainda buscam atividades especialmente elaboradas para proporcionar mais equilíbrio emocional – é o caso da acupuntura, da ioga, e das massagens terapêuticas. Estudo divulgado no British Medical Journal revelou que mulheres submetidas a tratamentos de fertilização in vitro aumentaram as chances de concepção em 65% ao recorrer à acupuntura também como técnica de relaxamento. Pense nisto!

 

 

Quem trabalha mais de oito horas por dia aumenta em 20% o tempo para engravidar, diz estudo

Quando um casal resolve engravidar, o tempo de tentativas até atingir o objetivo costuma girar em torno de três meses, mas depende muito de fatores como estilo de vida, idade e condição da saúde geral. Por isso, é comum que alguns casais levem até um ano para conseguir engravidar. Para cerca de 10% a 15% de casais que não engravidam dentro desse espaço de tempo, o ideal é buscar ajuda especializada. Mas fique atenta! Estudo realizado na Universidade de Harvard (Estados Unidos) revelou que trabalhar mais de 40 horas por semana pode aumentar em 20% o tempo que a mulher leva até ficar grávida – comparando com quem trabalha entre 21 e 40. LEIA MATÉRIA COMPLETA EM

http://fertility.com.br/mulheres-que-enfrentam-longa-jornada-de-trabalho-tem-mais-dificuldade-para-engravidar/

Jornal britânico diz que congelar óvulos aos 30 é como fazer ‘apólice de seguros’

Muitas mulheres podem estar adiando demais para ter filhos. Seja porque ainda não estão em um relacionamento sério, ou porque estão em ascensão na carreira ou, ainda, porque estão batalhando para atingir estabilidade emocional e financeira. O problema é que o relógio biológico não dá um tempo até que as coisas melhorem. Sendo assim, especialistas dizem que é importante fazer um check-up da fertilidade aos 25 anos e aos 30, se ainda não for a melhor hora para engravidar, considerar congelar óvulos como se fossem uma “apólice de seguro”. Matéria publicada no jornal britânico Daily Mail traz um checklist. Confira. http://www.dailymail.co.uk/health/article-3200773/All-women-fertility-checks-25-30-year-olds-freeze-eggs-Leading-expert-reveals-checklist-couple-read.html

 

 

Fertility Medical Group é premiado em Encontro de Química realizado na UNICAMP

Agosto está sendo marcado por grandes premiações para a equipe científica do Fertility Medical Group. Além de ter conquistado o primeiro e o segundo lugar entre os trabalhos mais premiados no 19º Congresso da SBRA (veja post abaixo), outra premiação importante aconteceu durante o Encontro de Química organizado pelo laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas na UNICAMP. O trabalho premiado foi realizado em colaboração com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Neste caso, pesquisadores do Fertility Medical Group trabalharam durante quase dois anos para que o estudo fosse realizado com êxito. Após diversas tentativas, proteínas foram extraídas das células do cumulus – que são células que rodeiam os óvulos e normalmente são descartadas e analisadas. Foram identificadas mais de 200 proteínas nas amostras humanas, sendo que elas se expressavam de maneira diferenciada nos vários grupos de pacientes. Sendo assim, foram identificados possíveis marcadores biológicos das características dos ciclos e da qualidade do embrião. Os achados dessa pesquisa são de grande impacto dentro da especialidade, já que mostram que o perfil proteico dessas células que seriam descartadas em ciclos de reprodução assistida pode ser uma importante ferramenta para predizer o prognóstico do tratamento, propiciando um manejo diferenciado para cada caso.

Encontro de Química

Fertility Medical Group é duplamente premiado no Congresso da SBRA

O 19º Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida, promovido em agosto pela SBRA (Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida), foi sucesso de público e crítica, tendo atraído mais de 700 participantes para mesas redondas, debates, palestras e conferências nacionais e internacionais. Destaque para o Fertility Medical Group, que, tendo à frente da direção científica o Dr. Edson Borges Junior, conquistou o primeiro e o segundo lugar entre os trabalhos premiados. Confira mais detalhes clicando aqui:

http://fertility.com.br/agosto-mes-de-grandes-premiacoes-no-fertility-medical-group/

SBRA 2015

Doação de espermatozoides deve obedecer às leis brasileiras

Recentemente, o jornal britânico The Telegraph publicou uma matéria revelando que as mídias sociais, especialmente o Facebook, vêm sendo utilizadas para movimentar o mercado de ‘doação’ de espermatozoides. No Brasil há pelo menos oito milhões de casais inférteis. Apesar de já haver muito brasileiro atento às facilidades oferecidas em outros países, vale dizer que a doação de gametas (células reprodutoras) obedece aos preceitos da gratuidade e do anonimato. “Nem o doador conhece o casal ou a receptora a quem o sêmen foi doado, nem tampouco os receptores terão acesso à identidade do doador. Sendo assim, não haverá a menor possibilidade de reclamação, futuramente, de pensão alimentícia ou responsabilidade social pela paternidade. Esse anonimato só é quebrado em situações muito especiais, em decorrência de motivação médica. Ainda assim, a clínica de reprodução assistida faz toda intermediação nesses casos”, diz Assumpto Iaconelli Junior, diretor do Fertility Medical Group. Além de alertar para os riscos à saúde da paciente e do bebê (em caso de doenças geneticamente transmitidas), Iaconelli acredita que o Facebook poderia ser um meio eficiente de alertar a população para a importância da doação de gametas de forma anônima e dentro da legislação brasileira.

 

Leia matéria completa no site do Fertility Medical Group:

http://fertility.com.br/turismo-reprodutivo-risco-nao-compensa-beneficios-diz-especialista/

 

Fertilidade entra na discussão do câncer infanto-juvenil

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2012 foram registrados mais de 11,5 mil novos casos de câncer infanto-juvenil no Brasil. Os tumores mais frequentes costumam ser a leucemia (que afeta os glóbulos brancos), os linfomas (que comprometem o sistema linfático) e os tumores do sistema nervoso central. Menos comuns, também os neuroblastomas (sistema nervoso periférico), o retinoblastoma (olhos), os sarcomas e osterossarcomas (partes moles e ósseas, respectivamente), o tumor de Wilms (renal) e o tumor germinativo (de células que dão origem a ovários e testículos) também costumam comprometer a saúde de crianças e adolescentes entre zero e dezenove anos. Esse tipo de informação assusta, mas é importante dizer que muitos pacientes são curados quando diagnosticados e tratados logo no início. Por isso, a fertilidade está entrando cada vez mais na discussão do tratamento. Na opinião de Edson Borges Junior, especialista em Medicina Reprodutiva e diretor científico do Fertility Medical Group, a infertilidade é um dos efeitos colaterais de longo prazo mais angustiantes quando adolescentes ou adultos jovens estão em tratamento de câncer. Por isso é tão importante que os oncologistas estejam aptos a discutir com os pacientes a possibilidade de recorrer a técnicas de preservação da fertilidade antes de dar início de fato ao tratamento. “Tanto a quimioterapia quanto a radioterapia têm permitido taxas de sobrevivência em torno de 80% entre crianças e adolescentes. Depois de superar o câncer, os jovens se dão conta de que têm uma vida toda pela frente e se preocupam com a possibilidade de ter filhos. É natural, a essa altura, que o desejo principal seja levar uma vida mais próxima do que era antes da doença”, diz. LEIA MAIS EM  http://fertility.com.br/como-a-fertilidade-entra-na-discussao-do-cancer-infanto-juvenil/

 

 

Nível de fertilidade impacta economia de um país

Os Estados Unidos estão vivendo uma situação bastante curiosa. Pela primeira vez em sete anos, a taxa de fertilidade subiu – é o que mostrou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças daquele país. Mas só para as mulheres casadas e que já têm filhos. Já as solteiras estão enfrentando cada vez menos os desafios (e as glórias) da maternidade. De acordo com o Blog do Wall Street Journal, a importância desse tipo de constatação recai sobre o fato de que a flutuação da taxa de fertilidade americana depende cada vez mais das mulheres solteiras. Há 20 anos, a maioria das mulheres em idade fértil naquele país era casada. Hoje, 58% são solteiras. Apesar de estar bem melhor do que países como Japão e Alemanha, por exemplo, os Estados Unidos não contam com o nível de ‘substituição’ necessária para manter a população estável. Ou seja: baixos índices de fertilidade prejudicam a economia de um país, principalmente ao reduzir a oferta de mão de obra e de contribuintes.