Doação de espermatozoides deve obedecer às leis brasileiras

Recentemente, o jornal britânico The Telegraph publicou uma matéria revelando que as mídias sociais, especialmente o Facebook, vêm sendo utilizadas para movimentar o mercado de ‘doação’ de espermatozoides. No Brasil há pelo menos oito milhões de casais inférteis. Apesar de já haver muito brasileiro atento às facilidades oferecidas em outros países, vale dizer que a doação de gametas (células reprodutoras) obedece aos preceitos da gratuidade e do anonimato. “Nem o doador conhece o casal ou a receptora a quem o sêmen foi doado, nem tampouco os receptores terão acesso à identidade do doador. Sendo assim, não haverá a menor possibilidade de reclamação, futuramente, de pensão alimentícia ou responsabilidade social pela paternidade. Esse anonimato só é quebrado em situações muito especiais, em decorrência de motivação médica. Ainda assim, a clínica de reprodução assistida faz toda intermediação nesses casos”, diz Assumpto Iaconelli Junior, diretor do Fertility Medical Group. Além de alertar para os riscos à saúde da paciente e do bebê (em caso de doenças geneticamente transmitidas), Iaconelli acredita que o Facebook poderia ser um meio eficiente de alertar a população para a importância da doação de gametas de forma anônima e dentro da legislação brasileira.

 

Leia matéria completa no site do Fertility Medical Group:

http://fertility.com.br/turismo-reprodutivo-risco-nao-compensa-beneficios-diz-especialista/

 

Fertilidade entra na discussão do câncer infanto-juvenil

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2012 foram registrados mais de 11,5 mil novos casos de câncer infanto-juvenil no Brasil. Os tumores mais frequentes costumam ser a leucemia (que afeta os glóbulos brancos), os linfomas (que comprometem o sistema linfático) e os tumores do sistema nervoso central. Menos comuns, também os neuroblastomas (sistema nervoso periférico), o retinoblastoma (olhos), os sarcomas e osterossarcomas (partes moles e ósseas, respectivamente), o tumor de Wilms (renal) e o tumor germinativo (de células que dão origem a ovários e testículos) também costumam comprometer a saúde de crianças e adolescentes entre zero e dezenove anos. Esse tipo de informação assusta, mas é importante dizer que muitos pacientes são curados quando diagnosticados e tratados logo no início. Por isso, a fertilidade está entrando cada vez mais na discussão do tratamento. Na opinião de Edson Borges Junior, especialista em Medicina Reprodutiva e diretor científico do Fertility Medical Group, a infertilidade é um dos efeitos colaterais de longo prazo mais angustiantes quando adolescentes ou adultos jovens estão em tratamento de câncer. Por isso é tão importante que os oncologistas estejam aptos a discutir com os pacientes a possibilidade de recorrer a técnicas de preservação da fertilidade antes de dar início de fato ao tratamento. “Tanto a quimioterapia quanto a radioterapia têm permitido taxas de sobrevivência em torno de 80% entre crianças e adolescentes. Depois de superar o câncer, os jovens se dão conta de que têm uma vida toda pela frente e se preocupam com a possibilidade de ter filhos. É natural, a essa altura, que o desejo principal seja levar uma vida mais próxima do que era antes da doença”, diz. LEIA MAIS EM  http://fertility.com.br/como-a-fertilidade-entra-na-discussao-do-cancer-infanto-juvenil/

 

 

Nível de fertilidade impacta economia de um país

Os Estados Unidos estão vivendo uma situação bastante curiosa. Pela primeira vez em sete anos, a taxa de fertilidade subiu – é o que mostrou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças daquele país. Mas só para as mulheres casadas e que já têm filhos. Já as solteiras estão enfrentando cada vez menos os desafios (e as glórias) da maternidade. De acordo com o Blog do Wall Street Journal, a importância desse tipo de constatação recai sobre o fato de que a flutuação da taxa de fertilidade americana depende cada vez mais das mulheres solteiras. Há 20 anos, a maioria das mulheres em idade fértil naquele país era casada. Hoje, 58% são solteiras. Apesar de estar bem melhor do que países como Japão e Alemanha, por exemplo, os Estados Unidos não contam com o nível de ‘substituição’ necessária para manter a população estável. Ou seja: baixos índices de fertilidade prejudicam a economia de um país, principalmente ao reduzir a oferta de mão de obra e de contribuintes.

 

Infertilidade: 6 coisas que toda mulher deve saber

A Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que um em cada cinco casais enfrenta problemas para engravidar, precisando de ajuda especializada para realizar o desejo de ter um bebê. No Brasil, o número de casais inférteis gira em torno de oito milhões. De acordo com Assumpto Iaconelli Junior, diretor do Fertility Medical Group, só se considera infertilidade quando o casal está tentando regularmente engravidar durante um ano todo, sem sucesso. Nesse caso, a ajuda especializada pode resolver o problema tanto a partir de um aconselhamento, quanto através de técnicas sofisticadas de fertilização assistida. De todo modo, o especialista destaca seis fatos que toda mulher deve saber sobre a infertilidade: 1) Alguns problemas de infertilidade podem ser evitados através de uma conduta sexual consciente; 2) Se a mulher não consegue engravidar, não quer dizer que o problema esteja somente com ela; 3) Nenhuma mulher deve sofrer em silêncio. Consultar um especialista pode ajudar a resolver o problema mais rapidamente; 4) Conheça seu corpo e as chances de engravidar em cada fase da vida; 5) Quem tem mais de 35 anos e tentou engravidar por seis meses sem sucesso não deve esperar muito para buscar ajuda especializada; 6) Nem todo mundo que recorre a uma clínica de fertilização assistida terá um ‘bebê de proveta’. O importante é saber que há várias formas de alcançar o desejo de ter um filho e não desanimar. LEIA MATÉRIA NA ÍNTEGRA EM http://fertility.com.br/seis-coisas-que-toda-mulher-deve-saber-sobre-infertilidade/

 

 

Por que, ao contrário das mulheres, os homens não estão nem aí para ter filhos antes dos 30 anos?

Em 2004, um estudo revelou que a chance de um casal engravidar durante um ano inteiro de tentativas, com relações sexuais bissemanais, era de 86% para aqueles com até 34 anos e de 82% para quem tinha entre 35 e 39 anos. Já em 2013, outro estudo chegou à conclusão de que esses percentuais tinham sido modificados para 84% e 78%, respectivamente. Ou seja, a fertilidade está diminuindo. Obviamente, o fator idade conta muito mais para a mulher – embora nada justifique aumentar a pressão que já existe para que a mulher se case e tenha filhos antes dos 30 anos. Senão, daqui a pouco, além de saber aos 17 anos o que quer fazer da vida profissional, ela terá também de decidir se vai querer ser mãe no futuro e tomar as medidas necessárias para que isso um dia se torne realidade. Mas é preciso encarar os fatos. Se um homem espera até completar 40 anos para decidir que chegou a hora de ser pai, ele pode simplesmente realizar esse desejo com uma mulher mais jovem. A situação é bastante diferente no que se refere às decisões femininas. É preciso levar em consideração, também, que a mulher com idade superior a 35 anos apresenta maiores chances de anormalidades cromossômicas. O risco de aborto espontâneo também é maior nas mulheres com idade mais avançada. Sendo assim, o melhor caminho é a informação. Para saber mais sobre tratamentos de fertilização assistida, acesse http://fertility.com.br/procedimentos/.

Apple e Facebook oferecem congelamento de óvulos para suas funcionárias

A fim de atrair mais mulheres para suas equipes de trabalho, tanto a Apple quanto o Facebook passaram a oferecer mais um benefício em seus programas de saúde: o congelamento de óvulos. Para a Apple, essa iniciativa é mais uma forma de demonstrar o quanto a empresa se preocupa com suas colaboradoras e suas famílias. Sendo assim, a criopreservação e o armazenamento de óvulos fazem parte de todo um suporte de tratamento da infertilidade. Já o Facebook oferece até 20 mil dólares para cada funcionária interessada no congelamento de óvulos, além de uma série de outros serviços de fertilidade para homens e mulheres de sua equipe. Nos Estados Unidos, um congelamento padrão custa em torno de 10 mil dólares, mais taxas anuais pelo serviço. As duas empresas reconhecem o quanto as mulheres se preocupam com o relógio biológico e o quanto a dedicação integral ao trabalho pode leva-las à difícil decisão de abrir mão ou da vida pessoal, ou da carreira. Ao valorizar a “preservação da fertilidade” de suas funcionárias, bem como apoiar tratamentos de infertilidade, essas empresas demonstram compreender os principais anseios do mundo corporativo de hoje em dia, pelo menos no que se refere às mulheres.

 

Subfertilidade: você sabe o que é?

Causas comuns de subfertilidade feminina incluem desordens na ovulação, doenças nas trompas, adesões peritoneais, endometriose, anormalidades no útero e ter mais de 35 anos. Como 10% dos casos de infertilidade se enquadram na determinação “sem causa aparente”, é importante que sejam analisados dados disponíveis sobre a paciente e os tratamentos realizados anteriormente para que seja possível traçar um novo perfil de tratamento de fertilização assistida. De acordo com Assumpto Iaconelli Junior, diretor do Fertility Medical Group, a indução da ovulação, por exemplo, é bem-sucedida em muitos casos, menos quando a paciente sofre de falência ovariana. Já a cirurgia é uma opção para pacientes com danos nas trompas, aderências, endometriose e anormalidades uterinas. Quando a infertilidade está relacionada à idade – inclusive, quando outros tratamentos não foram bem-sucedidos – a doação de óvulos se mostra o método mais eficaz disponível até agora. “Casais com infertilidade sem causa aparente podem ser tratados de forma eficiente com indução da ovulação mais inseminação intrauterina ou fertilização in vitro”. Diante disso, é importante não desanimar e buscar ajuda de um especialista em Medicina Reprodutiva.

 

Cientistas dizem que tomar sol pode aumentar chances de engravidar

O jornal The Telegraph, do Reino Unido, divulgou estudo em que cientistas afirmam que tomar sol regularmente pode elevar em um terço as chances de engravidar. O estudo analisou pacientes em tratamento de fertilização assistida durante seis anos (doze mil ciclos) – sempre do ponto de vista do clima a que estavam submetidas antes de iniciar o tratamento. Pesquisadores afirmam que os efeitos benéficos do sol podem estar relacionados à melatonina, hormônio estimulado pelo sol que já se sabe exercer influência nos ciclos reprodutivos. A vitamina D – que também sofre influência direta do sol – é outro fator importante que afeta a qualidade dos óvulos.  Apresentado durante o Encontro Anual da Sociedade Europeia de Saúde Reprodutiva, em Lisboa, o estudo belga sugere que pacientes se beneficiam ao passar uns dias ao sol um mês antes de começar a estimulação ovariana. Leia mais em

http://www.telegraph.co.uk/news/health/news/11683901/Dose-of-sunshine-can-boost-womens-chances-of-conceiving-a-baby-by-third.html